Powered By Blogger

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

SOLUÇÕES PARA A FOME MUNDIAL






Soylent Green – no Brasil, No Mundo de 2020, é um filme de ficção B de 1973. Nesse futuro agora bem próximo, o planeta está superpovoado e faminto; os aspectos negativos do efeito de estufa tornam a temperatura insuportável, e os ricos se encastelam em condomínios fechados onde belas mulheres compõem o mobiliário.
Até aqui nenhuma novidade. Filmes distópicos que dividem sociedades em crise entre privilegiados e proletários existem desde a criação do cinema. Para ficar apenas com um clássico, Metrópolis produção alemã de 1927 dirigida por Fritz Lang é um excelente exemplo.
No caso de Soylent Green, a novidade está na solução apresentada para as crises de fome, um dos problemas derivados da superpopulação: alimentar-se de carne humana, transformada industrialmente em inocentes tabletes verdes (daí o nome em inglês, soylent green), alegadamente produzidos a partir de plâncton.
Somente a elite consumia comida de verdade, a partir do controle das terras, após uma brutal concentração fundiária. Direitos individuais mínimos foram totalmente suprimidos, no contexto de um Estado policial. O equilíbrio vital do planeta se esvaindo e os ricos em esterno Baile da Ilha Fiscal.
No ano seguinte ao lançamento deste filme, em 1974 a Organização das Nações Unidas realizou a Conferência Mundial sobre Alimentação. Ficou estabelecido no documento final que “todo homem, mulher, criança, tem o direito inalienável de ser livre da fome e da desnutrição...”. Desse modo nasceu o conceito de segurança alimentar, entendida como “o acesso, sempre, por parte de todos, a alimento suficiente para uma vida sadia e ativa”.
Ou seja: acesso ao alimento: é condição necessária, mas ainda não suficiente; sempre: e não só em certos momentos; por parte de todos: não bastam que os dados estatísticos sejam satisfatórios. É necessário que todos possam ter essa segurança de acesso aos alimentos; alimento para uma vida sadia e ativa: é importante que o alimento seja suficiente tanto do ponto de vista qualitativo como quantitativo. (conforme o sítio http://www.pime.org.br/mundoemissao/fomesolucao.htm).



Pois bem. Uma solução possível para o problema da fome mundial é sugerida por Mario Carabajal (disponível em http://www.academialetrasbrasil.org.br/revista4.htm): a criação de uma lei que obrigasse o plantio, em frente de todas as residências em todos os lugares do país, de três pés de árvores frutíferas. Somente assim os cidadãos teriam direito à contrapartida estatal da prestação de serviços públicos.
Uma outra saída seria o consumo regular de carne humana processada e distribuída em forma de tabletes verdes. Mas nesse caso, o problema seria encotrar voluntários para a tarefa.



Nenhum comentário:

Postar um comentário